Acordei cerca de 16h da tarde, e só acordei por que meu corpo pedia uma esticada diferente.
Fui tomar um longo banho e desci para... Tomar café.
-Já era hora! – diz Tom comendo chocolate em pedaços numa tigela.
Sentei-me em seu lado pegando seus chocolates com cara de mosca morta e comecei a encarar Bill que estava em minha frente.
-Que é? – pergunta não gostando de ser encarado.
-Não posso olhar mais? – revidei a pergunta debochadamente.
-Se quiser perder os dentes, tente a sorte continuar! – não me segurei e ri.
-Nossa Bill, acho que não vai gostar nadinha de me ver banguela! – zombei o vendo ficar ainda mais nervoso.
-Você não é insubstituível! – diz com uma sobrancelha erguida.
-Mas você me ama, e com certeza nunca faria isso comigo! – Tom riu.
-Bill te ama? Muito engraçado isso Anne! – diz fazendo tanto Bill como eu olharmos sérios para ele. –Que foi?
-Nunca duvide do amor do meu Billzinho por mim! – continuei brincando indo para o lado de Bill abraçá-lo. –Eu finjo bem não é neném? – sussurrei em seu ouvido num tom sarcástico.
-Você ta brincando com a sorte Anne! – diz com uma voz desafiadora.
-A sorte está sendo boazinha comigo Bill, ela me apresentou o ser mais perfeito que já conheci... – continuei sussurrando bem perto de seu ouvido. –Você! – finalizei por fim olhando com malícia para Tom que babava vendo a cena.
-Cachorra! – resmunga sorrindo de canto.
-Sua cachorra, apesar de às vezes você não merecer! – comentei deitando minha cabeça em seu ombro, mandando um beijo para Tom que ainda me olhava.
-Vou deixar os dois sozinhos! – diz Tom indo até eu pegar sua tigelinha de chocolate logo saindo da sala.
Bill e eu ficamos num completo silêncio, mas sentir aquele cheiro e ouvir sua respiração me deixava louca.
-Odeio quando você faz isso! – comentei ainda deitada em seu pescoço.
-Fazer o que?
-Mandar em mim como se fosse o todo poderoso! – respondi levantando-me para encará-lo.
-Só quero que entenda que quem manda aqui é eu, e somente eu, você apenas entrou em minha vida para fingir ser alguém que nunca será!
Meu coração se apertou ao ouvir tais palavras, minha vontade era de esbofeteá-lo, mas não o fiz.
Sentei-me de frente para o outro sofá e fiquei pensativa, novamente o silêncio tomou conta de nós dois.
-Sabe Bill... – comecei respirando fundo sentando em seu colo acariciando seu rosto chegando bem perto de seus lábios. –Eu te odeio! – finalizei emburrada saindo de seu colo indo para a cozinha.
Gustav estava sozinho comendo bolo, sentei-me ao seu lado para conversar sobre Eva.
-E ela volta quando? – servi-me de bolo.
-No máximo na segunda! – diz com a boca cheia, o olhei com cara de nojo pela atitude e voltei a perguntar.
-Por que Eva mandou vocês para cá?
-Para te proteger! – responde com cara de óbvio.
-Sei que tem algo a mais nessa história Gustav! Pode dizendo! – ordenei sussurrando.
-Xii pegou a mania Kaulitz é?
-Que mania?
-De ser mandona!
-Oras, só tenho curiosidade, apenas isso!
-Ok, vou contar... – começa limpando a boca com um guardanapo. –Eva teve uma filha com Gordon, porém ele a tirou dela ainda bebê, e ela quer vingança por isso...
-E para onde ele levou essa criança? – perguntei super curiosa.
-Acho que para um orfanato! O caso é que Eva odeia Gordon com toda força, e quer vê-lo morto a qualquer custo!
-E como ela vai saber de sua filha?
-Ela já sabe!
-Sério e você a conhece?
-Sim!
-Nossa, ela tem que idade?
-Aí você já está querendo saber demais, tenho que ir! – saiu rapidamente da cozinha, pensei chamá-lo de volta para conversar, mas deixei para lá.
Subi para quarto de hospedes para tentar descansar mais um pouco, acabei pegando no sono novamente.
Acordei com alguém sugado meu pescoço, era Tom.
-Que horas são? – perguntei sonolenta.
-Hora de agradar seu homem! – diz me olhando maliciosamente.
-Já é noite? – perguntei cinicamente.
-Sim gostosona! Levanta logo vai, quero fazer a comemoração perfeita contigo!
-Posso tomar um banho primeiro?
-Lógico que não, vou te “sujar” todinha, pra que tomar banho!? – responde pegando em meus seios por cima da camiseta voltando ao meu pescoço.
Soltei um suave gemido sentindo aquele corpo por cima de mim, Tom deu um pulo da cama e foi até a porta fechá-la, voltou já tirando a camisa.
-A piscina será apenas nossa forma de apagar o fogo!
Tom se jogou por cima de mim me fazendo rir pelo jeito dele.
Me olhou nos olhos por alguns instantes e logo voltou a falar.
-Percebi que Bill está com ciúmes de você! Mas sabe Anne... Nem ligo, quem manda trazer uma gostosona para cá, tem que dividir agora! – Tom me fazia rir, e aquilo era ótimo.
-Tom não seja besta... Faça logo tudo o que quiser com esse corpinho vai! – me ofereci abrindo os braços na cama.
-É pra já!
Tom tirou minha camiseta devagar, ia subindo conforme sua língua também subia, minhas mãos acariciavam seu pescoço suavemente, minha cabeça já estava girando de tanta vontade de tê-lo dentro de mim, me preenchendo com vontade e brutalidade.
Ao conseguir tirar a camiseta voltou a fazer o trajeto com a língua, mas para a posição contrária.
Chegou a meu short analisando bem minha barriga, começou a puxá-lo para baixo agora fazendo carinhos maravilhosos em minhas coxas, já não agüentava ficar parada, me contorcia gemendo sem parar.
Tom então se livrou de minha calcinha voltando a subir para minha boca, beijava freneticamente.
Sussurrava sacanagens em meus ouvidos entre os beijos, e me preenchia... Preenchia com gosto, seus gemidos eram contidos, Tom não demonstrava o prazer que sentia, mas seu corpo dava toda e qualquer mostra de que o prazer que eu estava sentindo ele sentia ainda mais.
-Bill é um trouxa de tratar como trata! – sussurra ainda em movimento com meu corpo.
-Pra que falar nele agora Tom? – pergunto revirando os olhos.
-Foi mal! – se desculpa voltando a sua atividade.
Ficamos num vai e vem maravilhoso na cama, mas quando estávamos chegando lá... O idiota pára.
-Ta louco? – perguntei ofegante.
-Vamos para piscina! – diz me puxando da cama.
-Tom como você pode parar numa hora dessas? – perguntei indignada o vendo vestir o roupão.
-Relaxa Anne, coloque logo e vamos para a piscina! – jogou um roupão para mim.
-Ok! – respondi a contra gosto.
Tom me pegou pelas mãos me puxando com pressa para a piscina, abriu e fechou rapidamente a porta do local, me puxou para perto da mesma e se jogou primeiro.
Fiquei o observando sentada na espreguiçadeira até que o mesmo saiu da piscina encharcado de água.
-Por que não entrou também? – deitou-se por cima de mim.
-Por que deve estar super gelada a água, e agora tenho certeza pelo seu corpo! – senti um arrepio ao senti-lo molhado por cima de mim.
-Pode deixar que te esquento! – diz voltando a me beijar.
-Não, pára tudo... – saí de baixo dele o vendo ficar de boca aberta deitado na espreguiçadeira. –Agora eu fico por cima! – sentei-me em seu colo.
-Taradona! – sorriu pegando em minha cintura.
Tom me ajudava em meus movimentos, era tudo tão bom, as mãos dele acariciando meus seios lentamente, ficamos mais um bom tempo sentindo um ao outro.
Quando mais uma vez estava chegando lá com Tom, uma mão veio com tudo puxando meu cabelo me deixando ajoelhada de frente para o agressor.
-Ta louco Bill? – grita Tom assustado.
-Fica quieto Tom!
-Fica quieto uma porra, isso é jeito de pegar na garota? – pergunta se revoltando.
-Deixa Tom, se o Bill se excita me maltratando... – comecei levantando-me. –Pode me bater a vontade! – finalizei o olhando maliciosamente indo em direção de seus lábios.
Bill até tentou se esquivar de meu beijo, mas não conseguiu, nessa eu com certeza iria me dar bem.
Subi sua camiseta a tirando devagar, suas mãos já percorriam meu corpo com ansiedade e minha língua percorria seu pescoço ao tentar tirar sua calça.
Tom não agüentou ficar apenas olhando me segurou por trás e com apenas um movimento me teve ali mesmo em pé.
Deixei meu pescoço pender para trás facilitando a passagem para Bill, que o beijava loucamente.
Ouvia a respiração de Tom ofegante por trás de mim, e logo após o senti chegando ao clímax, o mesmo exausto deixou seu corpo pender para o lado e se jogou na piscina, ficamos apenas Bill e eu.
Fui levando seu corpo lentamente para a espreguiçadeira, fiquei por cima dele me movimentando lentamente, nossos beijos se tornavam cada vez mais apaixonados, e Bill parecia um louco apertando minha cintura bruscamente me querendo mais e mais.
Parece que Tom adivinhou que meu desejo era ter aquele momento clímax com Bill, e foi nesse instante que em meio aos meus gemidos extremamente alto, Bill disse meio que inaudível um maravilhoso “Eu te amo”.
Mesmo sem força após o tremendo prazer obtido com Bill, me encurvei para beijá-lo, senti seu cheiro por alguns segundos e logo levantei meu corpo caído por cima do seu e olhei em seus olhos.
-Não sei se foi coisa do momento, mas também... Eu também... Te amo! – sussurrei gaguejando com os olhos marejados.
Senti aquelas palavras bater forte no peito, peguei meu roupão e saí sem dizer mais nada, apenas ouvi Tom me chamando, mas não dei a mínima atenção...
Olá.
Fico feliz em ver leitores novos por aqui. *-*
Pra quem ta chegando agora, essa fanfic foi escrita em meados de 2008, já está finalizada, e não pretendo mudá-la (Talvez o final. rs).
Ela é BEEM sem sentido, há várias controvérsias, mas acho que dá pra entender né!? Afinal, eu era iniciante quando a escrevi. :( Me perdoam, vai? -q
Mas eu agradeço cada recadinho que vocês me deixam.
Nos vemos nos próximos. *-*
3 comentários:
Genteeeeeeeeee PARA TUDO que eu quero descer !
Que cap louco foi esse ? *O*
ALOKA Bill me bate tambéém uahsuha 66' ;P
Bill disse mesmo um ''Eu te amo'' ? O.O OMG nenem ta xonadinhoo kk *-*
Adorando a fic
Nuossa...essa Anne é a mais sortuda...eu tenho dó do Tom dessa fic as vzs hahaha
Adorandooooooooo
ah esqueci de comentar...essa música é PERFEITAAA e o John Mayer é um lindooo *-*
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