domingo, 22 de maio de 2011

Capítulo 30 - Sexy Love







"Meu amor sexy
Garota, as coisas que você faz.
Me deixa louco, me faz correr até você.
Eu amo fazer amor com você
Garota você sabe que é meu amor sexy..."

Ne-Yo - Sexy Love



... Tom estava sentado mexendo atentamente em seu notebook, ao perceber que sai do banho levantou a cabeça não acreditando no que estava vendo...



Tirei meu robe ficando apenas com o espartilho e a micro calcinha que havia levado comigo.

Nos pés um lindo scarpin vermelho se destacava mais que o restante do corpo branquinho exótico típico de francesa que eu tinha.

Tom soltou um suspiro de excitação me oferecendo logo em seguida um sorriso safado e chamativo, comecei a dar uma volta bem lenta para que o mesmo apreciasse mais meu corpo antes de tê-lo para o resto da noite, porém antes de virá-lo por completo Tom chegou por trás quase babando no mesmo.



-Nem acredito que estou aqui com você só pra mim! – sussurra em meu ouvido me fazendo arrepiar por inteira.

-Serei somente tua hoje, me faz de sua cachorra Tom, use a abuse desse corpo, ele será somente para você e seu prazer! – completei pegando suas mãos e as colocando em minha cintura.

-Pode ter certeza que farei de tudo com esse corpinho gostoso e cheiroso! – finaliza enfiando suas mãos na micro calcinha.



Foi algo realmente inexplicável o que aconteceu com nossos corpos. Suas mãos me abraçaram e me envolviam em carícias mais do que excitantes, percorria de cima a baixo a procura de meu ponto vital, seus dedos ora fazia cócegas em minha barriga, ora se perdia dentro de minha calcinha.

Senti o tamanho de sua excitação em minhas coxas, Tom já estava ereto somente pra mim.

Ainda em pé, começou a percorrer meu corpo com beijos, nuca, costas, por fim virando para frente, sua língua deixava rastros de fogo selvagem em meu corpo, nessa altura meus gemidos já não se davam para conter, e não me atreveria contê-los queria gemer e mostrar a todos que estava sendo possuída por um homem perfeito e cheio de fogo.



Passei uma perna por cima de seu ombro ajudando em seus movimentos e mesmo por cima da calcinha, fez um trabalho ótimo, e sentindo que já estava no ponto certo se levantou rapidamente tirando com pressa meu espartilho, ao observar bem meus seios começou apalpá-los com violência soltando suaves gemidos, de olhos fechados foi em direção a um deles começando a chupá-lo com gosto.

Tom tinha sensualidade até em sua língua, que brincava no meu seio me fazendo ficar mole, seu piercing roçava gostosamente em meu corpo.

Novamente começou a descer barriga, umbigo e por fim mais um beijo por cima da calcinha, o beijo foi lento e demorado, subiu rapidamente começando o beijo em meu pescoço, suas mãos percorria meu corpo desesperadamente, ao chegar à boca o beijo se tornou doce e sensual, sua língua mostrava querer muito mais do que um simples beijo e assim sendo me jogou de frente para a cama me fazendo ficar de joelhos no chão e tronco na cama, com brutalidade do jeito que eu adorava.

Tom num simples impulso rasgou minha micro calcinha, não pude resistir e me empinei o máximo que pude, ele já no auge da excitação me possuiu, não pude evitar o grito alto num misto de dor e prazer.

Os movimentos eram frenéticos, Tom pela primeira vez gemia com gosto e alto, me chamava de vários nomes e xingamentos obscenos me fazendo ficar ainda mais louca.

Joguei meu cabelo para trás lhe dando uma ótima idéia, Tom sem pensar duas vezes os puxou num rabo de cavalo me fazendo gritar ainda mais alto.



-Vagabunda, quer me matar não é mesmo? Quer me deixar louco por você, me fazer delirar e pedir cada vez mais por seu corpo não é? Então veja só o que farei com ele...



Tom sussurrava beijando em minha nuca, e suas investidas aumentavam o ritmo a cada gemido, ficando cada vez mais profundas e selvagens, queria ele e mostrava que queria a cada empinada sensual que dava, eu mordia meus lábios segurando os lençóis com força, sentia minhas unhas ardendo devido à força que apertava os mesmos.

Tom me fazia sentir coisas inexplicáveis, quando já estava mole, Tom me fez deitar na cama de frente a ele e logo se deitou sobre mim, entrelacei minhas pernas em sua cintura o ajudando naquele exercício sensual e erótico.

Beijávamos-nos como dois animais, ele me apertava e eu o arranhava com gosto...



-Ahh Tom eu vou...

-Não, não agora, segura, quero te dar mais prazer...



Ao fazer o pedido para segurar mais um pouco, saiu de cima de mim se deitando ao meu lado, insinuando que me queria por cima dessa vez.

Nosso encaixe foi perfeito, nesse momento me senti na obrigação a lhe dar o prazer que nenhuma outra já lhe ofereceu antes.

Coordenei meus movimentos, ora violento e bruto, ora romântico e sensualmente suave, Tom segurava na cabeceira da cama gemendo meu nome sem parar junto de várias mexidas no piercing coisa que deixava aquele momento mais delicioso, passou seu dedo em meus lábios contornando minha boca, o beijei docemente fazendo uma cara safada, dei uma chupada em seu dedo e logo me deitei por cima de seu tórax indo beijá-lo sem deixar nosso encaixe de lado.

O beijava com urgência e ao mesmo tempo fazia o movimento de sobe e desce. Começou a me ajudar nos meus movimentos, segurava minhas coxas me ajudando a subir e descer com mais facilidade.



O que rolou depois foi muito rápido, porém não menos prazeroso, primeiro veio o misto de gemidos, depois os gritos do momento clímax e por fim um lindo eu te amo vindo de sua boca.

Antes de me retirar de cima dele, ele segurou meu rosto entre suas mãos, não trocamos uma sequer palavra, apenas nos olhamos.

Estávamos suados, cansados e ofegantes.

Observando seu rosto cansado percebi que não tinha mais volta, estava o amando também, deixei lágrimas cair molhando seu tórax, ele me desceu de seu colo me fazendo deitar sobre seu peito suado, me abraçou e começou a secar cada lágrima que escorria de meus olhos.

Ficamos em silêncio durante alguns longos minutos, logo me convidou a tomar um banho juntos.

Ele mesmo me enxugou, vestiu minha camisola e me fez dormir, dormir tranquilamente em seus braços confortadores.



Acordei no dia seguinte com o corpo todo doído e cheia de marcas.

Parecia que uns dez elefantes havia pisado em mim, olhei para meu lado e me dei conta que não fora dez elefantes, e sim um gatinho lindo e selvagem...



Fiquei algum tempo deitada o observando, logo ele acordou.

Tomamos banho juntos e fomos para um café super famoso em Paris, Les deux moulins, um lugar perfeito para um momento a dois.



-Sonhei com o Bill... – comenta mexendo em seu café recém servido.

-Ah é? O que exatamente? – perguntei indiferente.

-O que vamos levar para Gordon como prova de que matamos a garota, ou seja, você? – muda de assunto bruscamente dessa vez me olhando.

-Ainda não sei... – olhei para o nada. –Eu tenho guardado uma mecha de cabelo antes de pintá-lo, caso Gordon for inteligente o suficiente para querer fazer teste de DNA na mecha, verá que é de Julie Reverbel... – continuei vendo Tom começar a mexer seus lábios.

-Que ele não seja tão inteligente, por que se for a uma clínica boa, é capaz até ter foto sua mostrando de quem é o DNA! – ele talvez pudesse estar com a razão.

-Se isso acontecer, será meu fim! – arfei me ajeitando na cadeira.

-Você não teria algo pessoal para dar como prova? – pergunta me fazendo colocar a mão por cima da blusinha que vestia segurando meu colar.

-Apenas esse colar... – o tirei de dentro da blusa. –São meus pais e eu quando pequena. – completei tirando lhe mostrando a pequena foto que havia dentro.

-Você era toda meiga né? – riu da foto, onde eu estava com os cabelos loirinhos soltos, presos somente com uma pequena tiara rosa e com um vestidinho também rosa.

-Minha mãe era toda meiga, adorava me ver toda feminina, mas também qual é a mãe que não gosta de ver sua filhinha bem arrumada? – perguntei rindo e começando a chorar.

-Ah não, nem vem com choro agora... – passou sua mão secando as lágrimas que caía. – Que tal irmos levar flores á eles? Mas com uma condição, não te quero ver chorando! Ok? – pergunta segurando minhas mãos.

-Acho ótima a idéia, faz tempo que não levo flores fresquinhas á eles e tudo bem eu não choro mais! – afirmei terminando meu cappuccino.

-Ok, assim que terminarmos aqui iremos! Mas e aí já decidiu o que vai dar como prova?



Respirei fundo antes de responder olhando mais ainda para o colar.



-O darei! – respondi ainda olhando para meu colar.

-Pode dar, logo conseguirei de volta! – diz me deixando confusa.

-Como?

-Ora, é só roubá-lo de Gordon! Muito simples...



Terminamos nosso café e fomos até o cemitério levar as flores, fiquei um tempo observando a foto dos dois juntos na cova que foram enterrados.

Decidimos que pegaríamos o ultimo vôo daquele dia para voltar á Alemanha, e foi isso que fizemos...

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