Segurando tão forte, com medo de perder o controle
Porque tudo o que você pensou que eu poderia ser
Desmoronou bem na sua frente..."
Lentamente, recuamos pelos fachos na direção da cortina, onde começamos. Ao chegarmos ali, Tom respirou fundo olhando em seguida para mim.
-Ótimo, quando eu disser agora, saímos pelo mesmo caminho por onde entramos! – avisa me deixando desesperada.
-Ok! – concordei engolindo em seco.
Tom respirou fundo, fechando e abrindo os olhos rapidamente, olhou pra mim e avisou:
-Agora! – gritou saindo correndo em seguida.
No instante em que nos afastamos dos fachos, o alarme
soou. O barulho era ensurdecedor, assustador.
Tom disparou para o sótão, subiu pela escada de corda, comigo logo atrás, mas a droga da escada decidiu enrolar bem na minha perna, gritei por Tom que já estava no telhado quase descendo, ouvi seus passos voltando apressadamente, não sei de onde tirou força, com apenas um braço me puxou rapidamente para cima.
Corremos pelo telhado, descemos pelos tijolinhos, atravessamos os jardins para o ponto no muro em que a segunda escada de corda esperava. Momentos depois estávamos em cima do furgão, no lado de fora do museu, Gustav que nos esperava já no volante, ligou rapidamente o carro saindo a toda velocidade.
Enquanto desciamos por uma estradinha de terra, Tom avistou o mesmo carro que chegara com a cadela, Gustav então iluminou o interior do carro, Gordon estava no volante, atrás estava o homem que havia levado a cadela e ao lado de Gordon, a própria cadela.
O mesmo sorriu satisfeito para mim, eu é claro depois de tudo que passei, ri alto com toda situação.
Podiamos ouvir á distancia as sirenes de carro da polícia se aproximando do museu... Tarde demais.
-Deixa eu ver a pedra Anne? – pede Tom ao meu lado com os olhos brilhando.
Peguei delicadamente a bolsa onde coloquei as jóias, tambem não tinha parado para observar a pequena pedra, mas quando a tirei, meus olhos brilharam de tanta ganância.
-Quanta perfeição! – olhei bem a pequena pedrinha brilhante, era na cor de um azul-acizentado lindo.
-Peter vamos mudar de direção, quero essa pedra para mim, vamos fugir! – brincou Tom pegando na pedra.
-Pára de ser besta Tom, mas olha só, peguei mais estas aqui... – tirei as outras jóias de dentro da sacolinha, Tom observava tudo atenciosamente. –Sei que não chega o valor dessa pedra, mas vamos ganhar algo.
-Bill escolheu bem a mulher dele! – diz orgulhoso me puxando para um beijo molhado logo virando-se para Gustav.
-Você não viu nada ok Peter? – “Como se ele já não soubesse” – pensei revirando os olhos.
-Absolutamente nada! – responde Gustav sorrindo de canto para mim.
-Faremos uma festinha, só você e eu na piscina a noite ok? – Tom me deixando arrepiada.
-Ta louco, e se nos pegarem? Não acho seguro...
-A piscina é em local fechado esqueceu? Ninguém tem a chave de lá, só Bill e eu, quando vão limpá-la tem que pegar a chave com um de nós dois! – explica mordendo minha orelha.
-Entendi... Você e eu, eu e você! Perfeito! – completei sorrindo de canto para ele.
Bill iria ver o que dá me rejeitar, se antes gostei de ficar com Tom, agora gostarei ainda mais...
Entramos na mansão apressadamente, Gordon estava logo atrás.
-Bill, Anne foi perfeita, obedeceu direitinho minhas ordens! – Tom entrou eufórico na sala de Bill.
-Merda, porquê não ligaram? Porra já estava preocupado, saíram de noite e olha só, já está amanhecendo! – grita Bill se levantando rapidamente da cadeira olhando fixamente para mim.
-Relaxa Bill, Anne se complicou no cofre, mas olha só estamos aqui! – diz Tom ainda animado mexendo sem parar com os braços.
-Não interessa se ela se complicou ou não, Tom essa droga de roubo já está aparecendo em todos jornais da manhã, você sabe que me preocupo com você, é por isso que nunca roubamos, se temos essa merda aqui funcionando pra vender para que roubar? – pergunta Bill ainda furioso, ia comentar sobre o roubo da carga, mas decidi ficar calada.
-Ok Bill, estamos aqui cara, e acabamos lucrando também! – diz Tom tirando o da Vinci da bolsa.
-Filho da mãe você roubou o da Vinci? – aquilo saiu como um berro.
-E daí?
-Tom talvez essa merda de diamante não faça nenhuma diferença, mas um da Vinci? Como você vai se livrar disso? Não me diga que vai enquadrar e colocar no seu quarto? – pergunta Bill irônicamente.
-Hmm não seria nada mal, mas Bill larga de ser agorento, existe milhares de colecionadores que daria uma nota por essa raridade!
-Ok Tom, faça o que quiser com o quadro... – começa ainda olhando para Tom nervoso. –E voce como está? – pergunta olhando para mim.
-Bem, um tanto quebrada, mas bem! – respondi meio sem graça com a situação.
-Vamos para o quarto! – me ordena saindo do escritório.
Olhei surpresa para Tom e o segui.
Cheguei no quarto e logo me deparei com Bill em seu armário mexendo em algo.
-Fecha a porta e sente-se! – ordena ainda com a voz séria.
Antes de me sentar tive a brilhante idéia de tirar o macacão que estava ficando apenas de regata e calcinha.
Sentei na beirada da cama receosa mexendo com os pés, Bill então veio em minha direção com um óleo de massagem.
-Cheguei a imaginar que aquele seria mesmo nosso último beijo! – diz sentando por trás de mim na cama, pude sentir o cheiro do óleo ao abri-lo.
-Aquele beijo me deu sorte, mesmo você não me desejando! – falei sentindo suas mãos começarem a massegear meu pescoço.
Fechei os olhos sentindo suas mãos delicadas em meu pescoço e ombro, aquilo era maravilhoso, mas ele que não pense que esqueci do gelo que me deu, ainda irei me vingar.
-Nunca mais deixarei fazer uma idiotice dessas! – sussurra em meu ouvido me fazendo sentir seu hálito fresco da manhã.
-Bill não vamos falar mais disso ok?
-Não adianta vir com a desculpa de que a vida é sua, a partir do momento que entrou em meu caminho, sua vida passou a ser minha! Ok? – ele realmente estava me enchendo com tanto egoísmo.
-Como é que é? –me levantei. –Você nunca será meu dono Bill, entenda isso, nunca! – revoltei-me levantando ficando de frente para ele.
-E quem disse que você tem querer, o perdeu quando aceitou jantar comigo lembra? Naquele dia você simplesmente assinou sua sentença de ser minha Anne, só minha! – diz também se levantando pegando em um dos meus braços.
-Está pra nascer o homem que irá mandar em mim, e no momento que quiser sumir da sua vida, pode ter certeza que sumirei, não fui criada por meus pais para receber ordens de um garoto mimado como você! – o enfrentei olhando bem no fundo dos olhos.
-Anne toma cuidado...
-Um caramba Bill, você vai ter que aprender a me respeitar! – finalizei saindo do quarto.
Acabei me esquecendo que estava apenas de calcinha e regata, olhei para os lados feito uma retardada e pude ver Tom entrando em seu quarto todo despreocupado.
Entrei correndo primeiro que ele em seu quarto sem pedir licença.
-Ta louca? – pergunta ainda parado na porta surpreso com minha presença.
-Seu irmão me irritou de novo, sem perceber saí do quarto assim! – respondi dando um sorriso sem graça, o olhar assustado de Tom mudou de surpreso para um pervertido.
-Mentirosa, nem espera chegar a noite e já veio aqui me procurar não é? – pergunta fechando a porta de chave e vindo em minha direção.
-Não Tom, a única coisa que quero é dormir! – tentei me afastar olhando para o lado avistando uma toalha.
-Na verdade eu também estou precisando! – diz se jogando na cama. –Quer dormir aqui também? – pergunta se ajeitando na cama mexendo com a sobrancelha.
-Vou para o quarto que dormi ontem! – respondi me enrolando na toalha.
-Ahh que pena, mas oh... Não se esqueça da nossa festinha, ok? – lembra mexendo naquele piercing.
-Não me esquecerei! – finalizei com o olhar fixo no piercing, meu corpo tentava sair, mas os olhos estavam nele.
Saí correndo mais uma vez fugindo de um dos Kaulitz indo para o quarto de hóspedes descansar...
4 comentários:
Fugir do Tom...mas essa Anne ta ficando tonta kkkkk
Depois de 2545564 anos, estou aqui de novo.
Desculpa a demora, mas é que ultimamente meu tempo tá pequeno. :/
Eu li todos os cap. anteriores, mas postei só nesse porque se não demoraria muito. x:
enfim..
'que dó, que dó' do que fizeram com a Anne :O
não desejo isso para ninguém, achei justo o que ela fez com a Shoraya *não sei se é assim o nome dela* deveria ter judiado mais, tipo... esquartejado ela viva e depois espalhar pela cidade. Nossa HSUHUSHHS sou má.
AH, esse Bill é muito complicado. ¬¬
ela devia era ter ficado com o Tom o dia inteiro naquele quarto. \o/ uhul, só festa (69)
HSUHUSHUHSH
To amando isso de novo.
não importa quantas vezes se lê, ainda é emocionante.
parabéns!
beijos. :*
NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO eu qro o restoooo :( mimimi' (Deus, que escândalo)
own, que guria burra, devia ter ficado lah com o tom ;)
qs derreti qd imaginei o tom com um olhar pervertido mexendo no piercing. uuuhmm kkkk'
ahn, me permite uma crítica? xD
No início foi suuper empolgante, só achei meio monótona qd começou a ficar sentimental demais, agora tah retomando a linha, e to suuper ansiosa pra saber como vai terminar!(:
ps: a Anne me lembra a Zoey Redbird de H.O.N.
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