sábado, 16 de abril de 2011

Capítulo 11 - Buried Alive



"Derrubá-lo agora
Queimar tudo
Jogá-lo por todo o lugar
Tire suas malditas mãos de mim!"

Avenged Sevenfold - Buried Alive



Já haviam desligado as luzes da casa, estava numa escuridão perfeita, fui até a cozinha procurar lanterna e óbvio que a encontrei.
Comecei por baixo, não sei o que deu em mim, mas simplesmente pensei que o escritório seria na parte de baixo. Enganei-me.

Fui então para o segundo andar, para minha surpresa só encontrei quartos e mais quartos, decidi então experimentar a própria suíte do casal... Bingo.

Dentro do quarto se encontrava o maldito escritório.
Porém a desgraça estava fechada, comecei fuçando desesperadamente as gavetas do closet, nada.
Fui para os criados-mudos, também nada, a chave com certeza andava com ele.
Tentei então o famoso truque do grampo, de inicio também, nada.
Mas foi perto de desistir que a porta se abriu.


-E eu pensando que esse truque era pura ilusão! – sussurrei sozinha sorrindo para o grampo.


Entrei rapidamente no escritório, acendi a luz e fechei a porta, comecei sem bagunçar nada a procurar algo que pudesse me ajudar.
E foi numa gaveta vermelha num pequeno e simples criado mudo que encontrei.
Haviam papéis e mais papéis sobre os terrenos de meu pai, todos com assinatura do mesmo, aquilo era ridículo, meu pai nunca iria assinar algo para aquele verme.
Peguei todos os papéis com o nome de meu pai e separei para levar comigo, ao revirar mais um pouco encontrei algo que me fez lembrar Eva na hora... Um Pen-Drive.
Coloquei tudo em seu devido lugar pegando somente os papéis e o Pen-Drive.

Ao sair do escritório tentei em vão fechar a porta com o mesmo grampo, mas para minha surpresa a porta do quarto começou a se abrir, meu coração parou, enfiei os papéis dentro da calça e o Pen-Drive no bolso, ia me preparar para me esconder no Closet quando a porta se abriu de vez.


-Sabia que você não prestava... – a velha entrou no quarto. –Vou gritar para todo mundo que é uma ladra... – nesse momento ela começou a sair.


Fui correndo atrás dela pegando em seu calcanhar para que a mesma caísse.
Ia soltar um grito, porém consegui chegar a tempo em sua boca, a velha apesar de já acabada, conseguiu se virar ficando por cima de mim, me batia com tanto gosto que pensei que iria desmaiar naquele momento, não tinha coragem de bater em uma velha, mas naquela hora meu sangue ferveu, eu não poderia estar apanhando de uma velha de 60 e alguns anos, a virei novamente e comecei a desferir diversos golpes em sua face, ela não gritava apenas revidava com o corpo se mexendo sem parar.

Meu ódio aumentou ainda mais quando a mesma ameaçou a gritar, peguei sua cabeça e com força bati no chão, pude escutar um “crack” vindo dela, e seu corpo parando de se mexer, seus olhos ainda estavam abertos, porém não se moviam, meu corpo começou a estremecer e ao me levantar, percebi minhas pernas bambas, o Pen-Drive e os papéis devido a briga estavam espalhados pelo corredor, não sabia o que fazer, eu tinha acabado de matar a mãe do meu pior inimigo, entrei em choque e ao voltar a realidade me virei ficando ainda mais atônita, Tom estava com um imenso sorriso parado ao lado da porta do quarto de Bill.


-Tom eu juro que não queria...
-Matá-la? – pergunta vendo a pulsação da velha.
-Sim eu juro que não queria...
-Quem estava com esses papéis? Foi você Anne? – pergunta pegando os mesmos no chão.
-Não, eu estava me preparando para pintar o cabelo... – comecei mostrando as luvas. –Quando percebi que não trouxe a vasilha da tinta, daí saí do quarto para ir até a cozinha procurar algo para pintar o cabelo e...
-Não minta pra mim, foi você quem pegou essas coisas? – pergunta pegando firme em meus braços.
-Não Tom eu juro que não, ela se assustou quando me viu e veio em minha direção para me bater, apenas me protegi e nada mais! – respondi fazendo cara de choro.
-Essa vaca queria passar a perna no próprio filho... – a olhou com repugnância para o corpo no chão. –Vá até a cozinha e pega um pequeno aspirador de mão que tem lá, traga álcool e pano limpo e um rodo, me dá essa luva e não toque em nada, absolutamente nada, apenas nas coisas que irá pegar! – ordena pegando as luvas de silicone de minha mão.


Tom com as luvas pegou nas mãos da velha a puxando para a beirada da escada.


-Tom o que irá fazer? – perguntei ainda parada o olhando.
-Anne você ainda está aí? Vá logo e pára de perguntar!
-Tudo bem!


Saí correndo até a cozinha pegando tudo o que Tom havia ordenado pegar, voltei correndo e lhe entreguei.

Tom passou o aspirador por todo o corpo da velha, disse que era para o caso de quando ela pegou no meu cabelo, tirar qualquer tipo de resíduo.
Por segurança trouxe comigo dois panos limpos, um, Tom mandou passar com álcool em volta do corpo e outro ele mesmo pegou passando nas mãos, rosto e restante do corpo da velha.


-Você é louca sair na porrada com essa velha, e ainda por cima matá-la, se Gordon souber, Bill terá de te esconder para o mesmo não te matar! – diz mais uma vez puxando a velha. –Se prepara para passar pano nessa área! – continua ficando parado em pé de frente para o corpo.


Tom sem dó nem piedade empurrou o corpo escada abaixo, arregalei os olhos com tanta naturalidade da parte dele.


-É para pensarem que foi acidente! – diz sorrindo cinicamente. –Agora, para Gordon ficar ainda mais confuso, colocarei esse Pen na mão dela... – continua descendo com o Pen e os papéis.


Espalhou os papéis por perto do corpo que havia caído de bruços e o Pen em uma de suas mãos.
Eu ainda limpava cautelosamente a área em que brigamos, passei o aspirador por perto e fui com Tom guardar as coisas.


-Ta me saindo melhor que a “encomenda”! – disse subindo comigo pela escada. –Fez o que Bill e eu sempre desejamos, porém a coragem de matar uma velha não havia em nós, mas você princesinha, tem em dobro! – finaliza me prensando na parede.
-Tom acabei de matar uma pessoa, me libera dessa vai? – pedi quase chorando.
-Pelo jeito foi sem querer mesmo não é? – olhou sério pra mim.
-Foi sim! – falei fazendo biquinho deixando uma lágrima falsa cair.


Tom deu uma leve mordida nos lábios, segurou meu corpo com mais força e me fez subir em sua cintura, fomos nos beijando até seu quarto.

Chegando ao quarto me jogou em sua cama tirando sua camiseta.
Ele já estava no ponto certo, tirou minha calça e camiseta me levando ao extremo, me deixou louca com cada palavra e cada toque, Tom me deixava sedenta por mais e mais...
Ao findar, ficamos abraçados na cama até ouvir um grito ensurdecedor... O grito de Simone...


5 comentários:

Rebeca L. disse...

Vixeeee...mas a velha mereceu, é

Carolina disse...

Ai, carambaa!! *o* Essa fic está cada vez mais envolvente!! Ouvi ótimos comentários sobre ela e estava muito curiosa para ler! Obrigada por postá-la novamente, já que não tive a oportunidade de ler antes. Estou amando, de verdade, vou ler até o final, com certeza!! *--* Parabéns pela fic!! =D
P.s.: PQP, o que são esses gêmeos selvagens!! x99 OSIDIDOSIADOSOIDOSAISA xDD

Deborahcaf disse...

OMG coitada da velhaaaaaa O.O

Viciei na fic kkk

Susi disse...

AAAAAAAAAAH SABIA!
Anne espertinha! ;D

aai.. se todo assassinato acabasse desse jeito...
SUHSUHUHSUHUSH

Unknown disse...

ahhhh, BEM FEITO PRA VELHA.. KKKKKKK
shaushaushsh'u
Affe, estava mais que na hora dela ir pro saco né.. Enchia o Saco! kkkkk'

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